segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Primo pobre, primo rico

Desde a época da colonização do Brasil há desigualdade social, onde alguns mandam e têm acesso ao que é de melhor qualidade, enquanto outros são explorados e vivem em condições muitas vezes desumanas. Em 1530 o Estado português, por intermédio dos capitães-donatários, decidiu distribuir terras por concessão para assegurar a efetiva colonização. Disso surgiram dois personagens: o latifundiário e o posseiro, e somente os primeiros tinham acesso às terras, o que comprova que só quem tem dinheiro pode evoluir. Isto também pode ser visto durante o Segundo Reinado, quando latifundiários disputavam o poder local e central. Com isso não havia o pensamento coletivo, mas o individual, colaborando para o aumento da desigualdade e para o aumento da barreira que separa as classes sociais.

A foto representa uma escola de Brasília. As condições as quais as pessoas de classes inferiores têm que se submeter para terem acesso à educação são preocupantes. O Governo investe no que garante uma melhor qualidade de vida às pessoas das classes média e alta, enquanto as pessoas de classe baixa ouvem apenas promessas, que em sua maioria não são cumpridas.

O acesso à educação e saúde deveriam ser um direito de todos, mas não é a realidade. Governar para as classes mais altas é tapar os olhos para a realidade que nos cerca. Para que aconteça uma reestruturação social, diminuindo o índice de pobreza e aumentando o índice de educação, é necessário investir nesta área de maneira menos corrupta e mais justa, agindo agora antes que seja tarde demais, tentando corrigir as falhas que constituem a base da pirâmide social, que vem sofrendo as mesmas calamidades de muito tempo atrás.

Jordana Lemos/Giovana Christ/Larissa Hansen (2M1)

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